Encoleirada

Nós já éramos amigos de rede social há pelo menos uns 2 anos.
Nunca nos falamos. Nunca curtimos nada um do outro até que…
Oi tudo bem?
Tudo e você?
Tudo ótimo.
De onde nos conhecemos?
Não sei…
Hahaha eu também não
Talvez amigos em comum…
Não
Talvez idéias em comum…
Sim
Profissão em comum, sim, achamos que era isso
Eu e Alex engatamos numa longa conversa tentando sempre descobrir o que nos uniu num oceano de pessoas que é uma rede social.
Depois de horas de conversa agradável e descobertas muitas afinidades, trocamos telefones.
Neste mesmo dia, e nos outros que se seguiram engatamos longas conversas pelo pelo whatsapp.
Ele, sempre falando do quanto me achava bonita, por foto, pois nunca nos vimos pessoalmente. Eu o achava másculo, e ao mesmo tempo doce. Tinha um olhar de menino sério.
Conversávamos todos os dias por por longas horas. Íamos do bom dia ao boa noite.
Trocamos fotos de rosto, de corpo sorrindo, triste, com sono…
Até que um dia, depois de uma briga com meu namorado eu estava triste, chorando, quando ele me chamou. Contei o que aconteceu e ele disse que queria me ver. Mandei uma foto com olhos e nariz vermelho e disse: veja como não sou tão bonita quanto você acha.
Ele respondeu: Cris, pra mim, você é linda e eu queria te pegar no colo e enche-la de beijos.
Ao ler isso, meu corpo estremeceu e senti um desejo por Alex que nunca imaginei que poderia sentir por um quase estranho.
Depois desse dia, passamos a ter conversas mais carinhosas, mais sexuais.
Um dia, ao zombar dele pelo whatsapp ele me responde.
Vou dar umas palmadas na sua bundinha. Tal ameaça, me excitou num nível que não consegui dar outra resposta além de…eu vou adorar!!
Ele, surpreso, começou a falar de como gostaria de me pegar e pediu uma foto da minha bunda, hesitei, mas mandei…
Depois pediu uma da minha bucetinha e delirou quando viu que era totalmente depilada.
Nossa!! Você tem uma bucetinha de menina!!
Na sequência me manda uma foto do seu enorme pau, duro e diz que minhas fotos o deixaram muito excitado.
Eu disse que havia ficado melada com tudo aquilo e que o desejava, mas que tinha namorado e não passaríamos dali.
Pensei que tal comentário o desestimularia, mas não!
Ele disse que me desejava e que eu seria dele de qualquer jeito. Nem que tivesse que me sequestrar.
Eu ri, mas gostei da ideia.
Foi quando ele disse que me pegaria após o expediente. Eu tremi, mas não declinei.
As 18h em ponto, recebo uma mensagem: estou aqui embaixo te esperando.
Meu coração parecia que ia sair pela boca. Ansiosa desci e fui ao seu encontro.
Ao me ver, saiu do carro e abraçou todo meu corpo com força. Aspirou meu pescoço meus cabelos e disse: Vou devorar você
Estremeci. Era um misto de medo e desejo…e sem questionar entrei em seu carro e fomos para seu apto.
Ao chegar lá, ele começou a me beijar suavemente, a me despir delicadamente e suas mãos deslizavam por todo meu corpo em alguns momentos delicadamente, em outros com força.
Eu estava encharcada. Não pensava em mais nada a não ser em ser possuída por aquele homem que virtualmente eu conhecia tanto e que me era, fisicamente, um completo estranho.
Depois de beijar todo meu corpo, de me enlouquecer com sua língua e cavanhaque na minha bucetinha, ele me toma nos braços e me leva para seu quarto.
Lá ele me pergunta: você gosta de brincar?
Eu respondo com outra pergunta: Brincar de que?
De ser minha.
Eu ri e disse que sim…
Então confie em mim e, sem dizer mais nada, ele olha no fundo dos meus olhos pega nos meus braços e me amarra na cabeceira da cama.
Não tenha medo não vou machuca-la. Só quero lhe dar prazer…vou te levar pra um lugar onde você nunca esteve
Ele abre totalmente minhas pernas e dobrando-as, deixando minha bucetinha e meu cuzinho totalmente expostos. Eu senti vergonha, mas estava tão excitada que nem raciocinava direito. Começou a beija-los delicadamente e, quando eu penso que ele já havia terminado, começa a dar leves estocadas com a ponta da língua.
Fui ao delírio. Comecei a gritar e a me debater de tanto tesão.
Ele pedia para eu me acalmar, mas eu não conseguia. Nunca tinha experimentado nada igual.
De repente, ele ficou sério e me disse: Você não me obedece e por isso vai apanhar.
Soltou meus braços, me virou de bruços e acariciou delicadamente minha bunda.
Sem esconder o prazer que sentia, disse: que bundinha branca, macia e deliciosa…
Eu, assustada perguntei: o que você vai fazer?
Em tom sério respondeu: quieta! Você é muito desobediente e eu vou te ensinar a se comportar.
No mesmo instante, começou a me dar palmadas na bunda e eu assustada tentava me desvencilhar, mas ao mesmo tempo sentia um prazer que não me deixava reagir com força suficiente.
Quando o cansaço tomou conta de mim, me entreguei e deixei que ele continuasse a me dar palmadas.
Ao perceber que eu não relutava mais ele parou e começou a alisar minha bundinha. Passou seu dedo do meio em minha vagina e disse: nossa, você está no ponto.
Eu enlouquecida de tesão, dizia, me come, sou sua, me possua…
Sério ele me olha e diz: Você quer ser minha?
Desesperada de desejo eu digo que sim e ele me olha e diz: Sou seu dono agora. Você é minha cadelinha e vai fazer tudo que eu quiser e mandar.
Estranhamente, eu não conseguia pensar em mais nada. Só dizia: sim, eu sou. Faça o que quiser.
Você vai me obedecer?
Vou!
Se não obedecer leva palmadas!
Sim!
Você é minha agora. Faço o que eu bem quiser com você. Entro e saio do seu corpo como bem quiser e por onde quiser. E você vai deixar e vai agradecer.
Sim, respondi como se estivesse num transe. Neste momento, ele me mostrou uma coleira e mandou que eu ficasse de quatro.
Obedeci. Ele me colocou a coleira, me chamava de sua cadelinha e eu quase gozei de tanto tesão.
Ele me olha, dá uma leve puxada na coleira, sorri com um certo ar sádico e diz que vai me adestrar.
Me segura em direção a sua virilha e manda que eu chupe aquele pau enorme, macio e duro ao mesmo tempo.
Aquela situação era totalmente nova para mim, mas eu estava, em transe, completamente dominada por um prazer que eu nunca imaginei que pudesse existir.
Eu sugava seu membro com desejo, aquilo me deixava mais excitada ainda. Ele dizia: Isso minha cadelinha, chupa. Chupa seu dono, seu macho…minha putinha.
Ouvir sua voz me dando ordens era quase um orgasmo.
De repente, ele tira seu pau da minha boca e manda eu continuar de quatro. Prende a coleira na cama e ajoelhada no chão com metade do corpo em cima da cama ele passa sua língua deliciosa na minha bucetinha, sugando-a com delicadeza. Para e fico apreensiva, pois pressinto que algo vai acontecer…ele me amordaça e ao invés de reagir, eu sinto mais prazer naquela situação de total submissão.
De repente, sinto sua língua novamente, só que agora, leves estocadas no meu cuzinho. Sinto suas mãos abrindo minha bunda e seus dedos entrando e saindo da minha bucetinha melada. Sentia seus dedos passeando pelo meu cuzinho. Imaginando o que ele pretendia fazer, tento gritar mas a mordaça me impede.
Ele, com voz firme e séria diz: não adianta gritar. Você é minha e eu faço com você o que eu quiser.
Eu, dominada por um tesão enlouquecedor, assentia com a cabeça. Eu sentia medo e tesão ao mesmo tempo!
Em seguida ele se colocou atrás de mim e começou a acariciar minhas costas. Beijava minha nuca, minha cintura e ao sentir seu pau rijo estocando minhas coxas, gemi.
Quieta!! Você tem que aprender a se comportar. Deu mais algumas palmadas na minha bundinha e a abriu com suas mãos firmes e me penetrou com força.
Eu me sentia abrindo ao meio. Senti um jorro de tesão encharcando minha bucetinha e comecei a gritar. Enquanto Alex entrava e saia do meu corpo, ele apertava meu cuzinho com o polegar fazendo uma pressão que me deixava enlouquecida.
No meio daquela loucura, Alex tirou a mordaça e disse que queria gozar junto comigo.
Segurou na coleira, mantendo minha cabeça para trás, mandou que eu empinasse mais minha bunda e me dava estocadas fortes… ao sentir suas bolas batendo em meu clitóris, soltei um grito desesperado, pensei que ia morrer de tanto tesão. Em seguida senti um jorro quente invadindo meu corpo e ambos caímos para o lado quase desfalecidos.
Alex, mesmo cansado, soltou a coleira e me abraçou.
Me beijou o pescoço e com uma voz doce falou no meu ouvido: cadelinha, você é só minha.
Zonza eu só pensava, sim, eu sou.

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Jornalista, 36 anos. Ariana e vegana. Adoro viajar, animais, meninos e meninas.

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